Existem tratamentos capazes de corrigir a Hipermetropia

Existem tratamentos capazes de corrigir a Hipermetropia

A hipermetropia é um dos vícios de refração que mais atinge a população mundial; ainda assim continua a existir um grande desconhecimento sobre esta doença.

Erros de refração! É muito provável que este nome não diga muito, mas certamente já ouviu falar de alguns ou, até foi-lhe recentemente diagnosticado. 

Este é o nome técnico atribuído aos problemas da visão que acometem mais pessoas no mundo: hipermetropia, miopia, astigmatismo e presbiopia. 

Visão desfocada, vista cansada, dores de cabeça frequentes, falta de concentração e dificuldade na leitura estão entre os principais pesadelos dos hipermétropes.

A visão é um sentido essencial à vida do ser humano. É através dela que vemos o mundo, criamos imagens incríveis e eternizamos experiências visuais memoráveis. Para continuarmos a desfrutar desses momentos, os cuidados oculares devem ser uma prioridade, independentemente da idade.

Na missão de transmitir informação exata e transparente aos pacientes, hoje vamos esclarecer as questões mais recorrentes quanto ao tratamento da hipermetropia.

Vamos começar?

O que é a hipermetropia?

Se precisa de se esforçar muito para focar uma imagem, há grandes probabilidades de estar a lidar com um problema de refração, que necessita de ser resolvido o quanto antes!

A hipermetropia ocular é muitas vezes confundida com a miopia ou astigmatismo. Será que são a mesma coisa?

Miopia e hipermetropia 

É muito frequente recebermos perguntas como “É possível ter miopia e hipermetropia juntas?”. Se, na miopia, a nitidez da imagem é comprometida graças ao tamanho do olho ser geralmente superior ao normal, na hipermetropia o tamanho é bastante inferior. 

Dado que ambas são problemas relacionados com a dimensão do globo ocular, não é possível ter ambas no mesmo olho.

Hipermetropia e astigmatismo

A explicação anterior já não se aplica a este caso!

Sendo o astigmatismo originado por uma curvatura irregular da córnea, as imagens não se focam todas no mesmo plano de retina, resultando assim em visão distorcida, tanto ao longe como ao perto. Isto faz com que possa ocorrer em conjunto com a miopia ou hipermetropia!

Os indivíduos que sofrem de hipermetropia veem mal ao longe e sobretudo ao perto. Esta desfocagem é fruto de uma anomalia refrativa que inibe os raios luminosos de chegarem corretamente à retina, onde se forma a imagem que vemos. 

A maioria dos casos de hipermetropia deriva de um desenvolvimento congénito anómalo. Este problema caracteriza-se pelo modo como o olho, menor que o normal, foca a imagem atrás da retina ou, pelas córnea ser muito plana.

Estando intimamente associado à dimensão do olho, a hipermetropia em crianças é cada vez mais uma realidade, uma vez que olho ainda está em desenvolvimento.

A hipermetropia infantil pode ocorrer também devido a uma alteração no formato da córnea ou do cristalino que se alonga conforme a evolução do corpo.

A boa notícia é que o valor da hipermetropia tende a diminuir à medida que o olho matura, o que motiva a que algumas crianças deixem de necessitar usar óculos na adolescência ou na idade adulta. 

Entre os 2 e os 5 anos em resultado de esforços constantes para focar imagens, algumas crianças podem desenvolver o chamado estrabismo acomodativo e/ou prejuízo no desenvolvimento da sua visão (ambliopia).

É crucial que a criança seja acompanhada nos primeiros anos de vida, antes dos 4 anos de idade e, manter-se alerta a potenciais queixas visuais escolares e dificuldades de aprendizagem até aos 7-8 anos.

Dito isto, está na altura de conhecer como é realizado o seu diagnóstico!

Como é realizado o diagnóstico da hipermetropia?

A melhor forma de detetar a hipermetropia é recorrendo a um exame de refração com a ajuda imprescindível do autorefratómetro ou da retinoscopia.

O correto acompanhamento oftalmológico desta condição está diretamente associado ao tipo de hipermetropia

É fundamental ficar de olho nos dois tipos de hipermetropia: 

A hipermetropia axial sucede quando o globo ocular é mais curto do que o normal com maior incidência nas crianças.

Entretanto, a hipermetropia refrativa decorre da alteração do índice de refração do cristalino. A distinção entre ambos está por isso na origem do problema.

No entanto, uma das questões mais frequentes nas consultas da nossa clínica é se a hipermetropia tem cura

Para o tranquilizar, existe sim terapias e tratamentos capazes de corrigir esta condição, sempre que o diagnóstico seja precoce.

Vejamos com maior detalhe no próximo tópico!

Quais são os tratamentos para hipermetropia?

Conseguimos atacar esta anomalia ocular em várias frentes: 

Através de óculos (com lentes esféricas) ou de lentes de contacto para hipermetropia, os métodos mais convencionais, ou ainda recorrendo a intervenção cirúrgica, mas apenas após os 20 anos de idade.

A cirurgia de hipermetropia, também conhecida por cirurgia refrativa lasik hipermetrópica, tem elevadas taxas de sucesso na Clinsborges e já ajudou inúmeros pacientes a melhorar a sua acuidade visual.

Na Clinsborges, clínica oftalmológica sediada no Porto, encontra profissionalismo e os melhores aliados na jornada da preservação e recuperação da sua visão. 

Consulte-nos regularmente e confie em nós. Os seus olhos vão agradecer!

Marque já uma consulta de oftalmologia, através dos contactos disponibilizados.