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Anéis intraestromais: o que é e como funciona o implante

Anéis intraestromais: o que é e como funciona o implante

Os Anéis Intraestromais são um tratamento menos invasivo, ideais para o tratamento da Ceratocone, que causa deformidades, em forma de cone, na córnea. Assim, a visão do paciente é prejudicada pelos erros refrativos decorrentes. Por isso, o implante de um Anel Intraestromal é uma solução bastante eficiente para corrigir essa anomalia. Conheça o motivo neste artigo!

O que são os Anéis Intraestromais?

Os Anéis Intraestromais ou Anéis de Ferrara consistem numa técnica bastante eficiente para o tratamento da Ceratocone ou Queratocone, que atinge a córnea. Este é um método que possui reconhecimento em todo o mundo, e que é capaz de gerar resultados imediatos na visão do paciente.

Assim, de um modo geral, implanta-se o Anel Estromal no estroma corneano (e é justamente a partir deste processo que surge o nome do anel). Então, o objetivo é corrigir e regularizar as deformações presentes da córnea, que é a parte anterior e transparente do olho, funcionando como uma lente na íris ocular.

Neste caso, essas irregularidades são causadas por patologias no tecido, como a Ceratocone, o que acaba gerando erros refractivos e, consequentemente, problemas na visão, como uma acuidade visual reduzida.

Importante referir que os Anéis Intraestromais são fabricados a partir do Polimetilmetacrilato (PMMA), que é um material biocompatível e inerte. Portanto, é um material utilizado à muito tempo, inclusive na fabricação de diversos tipos de implantes intraoculares.

Então, no caso do Anel Intraestromal este é um instrumento que utiliza alta tecnologia, aperfeiçoada para este tratamento. Assim, os anéis possuem segmentos variados, com comprimentos e espessuras diferentes, a fim de que possam oferecer resultados eficientes para diversas situações.

No entanto, quando se fala no Anel de Ferrara, é impossível não se referir também à própria Ceratocone. Afinal, este implante é justamente para o tratamento desta doença ocular. Mas, o que exatamente é a ceratocone? Quais são suas causas?

O que é Ceratocone?

A CID 10 – H 18.6 ou Ceratocone é uma doença que afeta a córnea do olho. Como mencionado, esta é a parte anterior, sendo a principal componente ocular, que funciona como uma barreira e uma lente para a íris. Assim, a doença se caracteriza pela deformidade progressiva da própria curvatura corneana. 

Com isso, há um afunilamento dessa estrutura, o que acaba gerando a forma de um cone. Então, como a córnea funciona como uma lente, essa deformação causa erros refrativos na luz e, com isso, a não formação de imagens claras. Em outras palavras, acaba dificultando a visão. Por isso, o implante dos Anéis Intraestromais são um tratamento para corrigir esta deformação.

Geralmente, a doença tem como principais causas uma relação muito forte com a própria herança genética de cada indivíduo, e também com outros fatores ambientais. E, a Ceratocone tem o seu início, normalmente, ainda na adolescência, que vai progredindo de forma gradual até aos 30 anos de idade, quando o ser humano está plenamente adulto.

Mas, felizmente, esta é uma doença rara, que acaba afetando poucos indivíduos em todo o mundo. Afinal, os casos de incidência são cerca de 50 a 230 indivíduos a cada 100 mil pessoas, o que dá uma média de apenas 0.05 % do total.

Como funciona o implante dos Anéis Intraestromais?

Como mencionado, o implante do Anel de Ferrara ocorre através da colocação de um disco de Polimetilmetacrilato no estroma corneano, que fica entre as camadas da córnea. Assim, o objetivo deste implante é justamente aplanar novamente a córnea, voltando-a para a sua curvatura natural. Afinal, o Ceratocone acaba-se formando do surgimento de uma espécie de cone sobre essa área, causando erros refractivos. 

Este é um método bem menos invasivo que o transplante da córnea, que é feito apenas como último recurso. Além do mais, outro ponto positivo para a implantação dos Anéis Intraestromais é justamente em relação a eficiência e rapidez dos resultados.

Isto dado que, a correção da curvatura anormal ocorre de forma imediata, logo após o implante. Assim, os erros refrativos acabam também sendo corrigidos, melhorando a visão do paciente. Desta forma, ao se manter a córnea do paciente, a visão acaba sendo mais natural. Além disso, o retorno às atividades do quotidiano ocorre bem mais rápido, já que o pós-operatório é mais simples.

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